Ao longo dos anos, as fragrâncias masculinas passaram por diversas transformações, mas poucas tão significativas quanto a que reposiciona o frescor como protagonista de uma nova perfumaria, movimento que se traduz diretamente em criações como Clash do Boticário. Para o perfumista francês Dominique Ropion, essa mudança não está ligada apenas ao olfato, mas ao comportamento, tecnologia e expressão individual. Para o homem contemporâneo, o cheiro de "banho tomado" é insuficiente, ele busca uma assinatura de auto expressão que equilibre impacto imediato e durabilidade.
Historicamente associado à ideia de limpeza, o acorde fougère também acompanha essa evolução. Assinado pelo criador de ícones mundiais, Clash é o manifesto dessa nova era. "O frescor não é apenas uma nota; é uma linguagem de presença e confiança". E para chegar nesse resultado, a criação de Clash foi um exercício de precisão: "É como caminhar sobre um fio: leveza no início, estrutura por baixo e um pouso controlado horas depois".
A base clássica segue reconhecível, mas ganha novas camadas e contrastes. Ingredientes com efeito aquoso, mineral e texturas mais transparentes criam uma sensação mais envolvente e contemporânea, distante de interpretações óbvias.
Essa abordagem amplia o papel das fragrâncias no cotidiano masculino, acompanhando diferentes momentos e intenções de uso, como sugere Ropion “o uso se expande do “pós-banho” da manhã para a auto expressão noturna”.
É nesse contexto que surge o fougère azul, uma releitura que traduz essa transformação ao incorporar intensidade e modernidade à estrutura tradicional. Mais do que uma variação olfativa, ele representa uma resposta direta a um consumidor que busca fragrâncias com identidade, presença e sofisticação.
Essa visão se materializa em Clash, fragrância lançada em 2025, desenvolvida com ingredientes extraídos por um processo de alta pressão, exemplifica o encontro entre tradição e inovação, revelando as facetas mais puras e expressivas das matérias-primas, com elevado nível de construção olfativa. A tecnologia permite explorar nuances inéditas e ampliar as possibilidades criativas dentro da família fougère. Além disso, é a fragrância de Gabriel Medina, embaixador da marca, que personifica a reinvenção do frescor impactante do início ao fim, e a força da extração pela alta pressão.
A composição aposta no contraste como elemento central. Notas aromáticas e acordes gelados se encontram com nuances frutais e uma base robusta de madeiras, resultando em uma assinatura marcante e contemporânea. “Em Clash, temos um frescor potente, construído a partir de contrastes e de uma combinação precisa de materiais que garantem impacto e durabilidade”, explica Ropion.
Hoje, a construção olfativa deixa de ser apenas um gesto funcional para se tornar parte da identidade, com elementos como textura, projeção e rastro que passam a ser tão importantes quanto a sensação inicial. Para o futuro, Ropion aponta para composições cada vez mais híbridas, nas quais acordes frescos dialogam com notas quentes, amadeiradas e texturais. O fougère segue como base relevante, mas em versões mais livres e reinterpretadas.
Com assinatura internacional, a nova interpretação de frescor chega ao público acompanhada de mais de 20% de desconto no site, nas lojas e revendedores do Boticário.
